Pular para o conteúdo principal

Postagens

Diabetes tipo 2 - qual é o papel do tratamento cirúrgico?

Segundo o endocrinologista Fabiano Lago, este assunto ainda é motivo de grande controvérsia entre os pesquisadores.O parecer da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) sobre o assunto é o seguinte: A possibilidade de tratamento cirúrgico do diabetes tipo 2 tem gerado grande expectativa entre os pacientes acometidos pela doença.A compreensão dos mecanismos envolvidos na doença e seu tratamento, está em rápida evolução, mas a recomendação de qualquer modalidade de tratamento deve estar baseada em evidências científicas concretas, derivadas de estudos de boa qualidade. Em dezembro de 2008, o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ) realizou um fórum sobre este tema, com a participação da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM). De acordo com as evidências científicas disponíveis, considera-se aceita a indicação...

Dez mitos e verdades sobre nutrição e diabetes

1-Pessoas que consomem muito açúcar têm maior incidência de diabetes? Não . O desenvolvimento do diabetes ocorre por várias causas, como: obesidade, histórico familiar, estilo de vida inadequado ou falência da produção de insulina (hormônio que permite a entrada do açúcar para o interior das células). 2-O mel pode ser usado como substituto do açúcar? Não . O mel contém sacarose, além de outros tipos de açúcar (frutose e glicose), sendo desaconselhado o seu uso como substituto do açúcar.Em excesso o mel também engorda e descompenda o diabetes. 3-O diabético pode comer macarrão (massas em geral) ou pão fresco? Sim . Estes alimentos têm composição semelhante à do arroz e batata, portanto pode ser consumidos desde que em quantidade não excessivas, em refeições balanceadas complementadas com alimentos ricos em fibras como: verduras, frutas e legumes. 4-As carnes e os ovos não contém açúcar, logo, podem ser consumidos à vontade? Não . Carnes e ovos não contém açúcar, mas contém gorduras e pr...

Estudo diz que obesidade causa o encolhimento do cérebro

RIO - Estudo realizado pela University School of Medicine, de Nova York, nos Estados Unidos, avaliou os efeitos da obesidade na estrutura física do cérebro. A doença, que está ligada a outras doenças degenerativas, como o diabetes, atinge 400 milhões de pessoas em todo o mundo. No Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde, pelo menos 3,5 milhões de pessoas estão em estado de obesidade mórbida. Os pesquisadores realizaram um exame de ressonância magnética em 63 pacientes, sendo 44 obesos e 19 magros. As pessoas obesas apresentaram mais água na amígdala, parte do cérebro responsável pelo comportamento alimentar, e um encolhimento na camada externa da parte frontal do cérebro, área envolvida no processamento cognitivo e tomada de decisões. “Com esse resultado, os pesquisadores concluíram que no cérebro dos pacientes obesos existem neurônios a menos ou eles estão encolhidos. A obesidade é um fator de risco para diversas outras doenças, em especial o diabetes tipo 2, que está ligad...

Tatuagem e o diabetes

Olá pessoal, tudo bem? Tenho diabetes há seis anos. Gostaria de fazer uma tatuagem nas costas, mas preciso saber se isso pode descontrolar a glicemia. Agradeço se alguém puder me ajudar! A mensagem, enviada por um adolescente a uma popular comunidade virtual dedicada ao diabetes, exemplifica uma dúvida levantada com frequência na internet, principalmente entre os jovens. A pergunta é sempre a mesma: será que quem tem diabetes pode fazer uma tatuagem ou um piercing, como qualquer outra pessoa? Existem mais riscos para os pacientes? A cicatrização é mais demorada? Para esclarecer o assunto, conversamos com a Dra. Flavia Osmo Floh, endocrinologista pediátrica da ADJ. Risco Vale para Todos O risco de adquirir uma infecção a partir de uma aplicação de tatuagem ou piercing é igual para todo mundo, explicou a especialista. Por isso, quem tem diabetes não é mais vulnerável do que as outras pessoas em relação à possibilidade de contaminação. “A diferença é que, se o quadro envolver um compromet...

Diabetes pode atingir um em cada três americanos no futuro

Segundo pesquisas, a contaminação ambiental pode desempenhar um papel maior do que se imaginava no desenvolvimento da diabetes Quase um em cada 10 adultos americanos sofrem de diabetes e se as tendências atuais se mantiverem esse índice será de um em cada três adultos, em 2050, segundo uma análise do Centro apra Prevenção e Controle de Doenças (CDC). Um pesquisador da Universidade Centro-Oeste (UTH), em DownersGrove, está liderando as pesquisas para determinar as possíveis causas para esta tendência preocupante. Segundo um estudo realizado por Joshua R. Edwards, professor adjunto no Departamento de Farmacologia, a contaminação ambiental pode desempenhar um papel maior do que se imaginava no desenvolvimento da diabetes. "Minha pesquisana se concentra em como o cádmio, contaminante ambiental, altera a liberação de insulina e está relacionado à diabetes", disse Edwards. O cádmio, um poluente industrial, que também é altamente tóxico para os seres humanos, foi objeto de recentes ...

Candidíase se aproveita de taxas mal controladas

Entre as doenças infecciosas que se favorecem pelo diabetes mal controlado, a candidíase pode afetar com facilidade mulheres com taxas de açúcar no sangue fora dos níveis recomendados. Infecção causada por fungos, geralmente o Candida Albicans, a doença é responsável por grande mal-estar por conta de coceiras muito intensas que provoca na região genital, explica a ginecologista Inês Pereira Soares, da Associação Regional de Assistência aos Diabéticos de Osasco (Arado). O diagnóstico da candidíase é bastante simples e depende apenas de um exame clínico. Além da coceira forte, que se intensifica ainda mais quando o período menstrual se aproxima, outros sintomas são vermelhidão na região genital e um corrimento branco e espesso, que forma placas semelhantes a leite talhado que ficam impregnadas no tecido genital, orienta Inês. É comum mulheres diabéticas terem candidíase provocada por um fungo ainda mais resistente, o Candida não albicans, que é de mais difícil tratamento. Normalmente, o ...

O uso da Aspirina pelos diabéticos

O ácido acetilsalicílico, cujo principal nome comercial é Aspirina, é um medicamento antiplaquetário, ou seja, inibe a agregação das plaquetas circulantes no sangue diminuindo o risco de formação de trombos (coágulos sanguíneos).Desta forma, a Aspirina ajuda a prevenir complicações da aterosclerose (formação de placas de gordura na parede das artérias), como o infarto do miocárdio (ataque cardíaco) e o acidente vascular cerebral (derrame cerebral). Pacientes diabéticos apresentam um risco elevado de apresentar tais complicações.Acreditava-se que todo o paciente diabético teria benefício em utilizar a Aspirina, no entanto, estudos recentes levantaram dúvidas sobre o uso indiscriminado da Aspirina com finalidades preventivas em todos os pacientes diabéticos. Por isso, a ADA (American Diabetes Association) juntamente com a AHA (American Heart Association) publicaram novas recomendações para o uso da Aspirina em pacientes diabéticos sem evidênciais clínicas de aterosclerose e/ou suas compl...