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Diabetes, E agora?

Descobrir que um membro da família tem uma doença que irá exigir controle para o resto da vida, afeta a todos de alguma forma. A família nas fases de relativo equilíbrio, se organiza do seu jeito, sem ter que pensar muito nele, de repente se depara com muitas mudanças. Pode haver muita dor, revolta, sensação de injustiça, e às vezes tudo o que já funcionava parece não funcionar mais. A doença, embora crônica, pode se apresentar de forma abrupta exigindo dos portadores e familiares mudanças e adaptações rápidas. Nesse primeiro momento, o esforço é para vencer os desafios que a doença impõe, é um mundo novo de diagnósticos, procedimentos, medicamentos, exames periódicos e nessa fase aguda é necessário dar conta dessas tarefas. Passado o susto, começa a fase na qual a família irá desenvolver recursos para lidar com o diabetes. No início as pessoas podem ser atormentadas por várias dúvidas do tipo: Será que o diabetes pode ter sido desencadeado por um stress emocional? Porque isto acontec...

Doe órgãos. O geste de amor que vale a Vida!

MANIFESTE SUA VONTADE DE DOAR ÓRGÃOS! Faça aqui o pedido do seu cartão de doador GRATUITAMENTE para todo o Brasil. Clique aqui O menino Mateus (foto) mobilizou pessoas de todo o Brasil em 2007 pela doação de órgãos. Mateus faleceu em 09/09/07 no Hospital Boldrini, em Campinas/SP, com exatamente 24 dias de campanha . O transplante é, sem dúvida, a tão esperada resposta para milhares de pessoas com insuficiências orgânicas terminais ou cronicamente incapacitantes. É, também um procedimento médico com enormes perspectivas, porém, impossível de ser realizado sem a conscientização da comunidade da importância de ser um doador de órgãos. A doação de órgãos e tecidos é um gesto simples de solidariedade, inibido na maioria das vezes pela falta de conhecimento do público em geral. A legislação e os profissionais de saúde envolvidos na retirada e no transplante dos órgãos têm se adequado paulatinamente às necessidades do País. Porém, precisamos de muito mais empenho para prover a população com ...

Pensando em fazer uma cirurgia plástica? Converse com um diabetólogo

Livrar-se de um pneuzinho, dar uma leve arrebitada no nariz ou então ir logo querendo desbancar o visual do já não tão novo colo de uma famosa, nada disso é proibido. Muito menos pecado. A idéia de que diabéticos devam avaliar com restrições a possibilidade de enfrentar uma cirurgia plástica, motivada por razões de ordem exclusivamente estética ou outra necessidade qualquer, é improcedente, desde que se trate de um paciente consciente de suas limitações e que tenha suas taxas de glicose e hemoglobina glicosilada sob controle, além de respeitar recomendações e repousos pós-operatórios. Chefe do serviço de cirurgia plástica do Hospital da Lagoa, no Rio de Janeiro, e diretor da Interclínica Jardim Botânico, o cirurgião plástico Marcelo Daher vem realizando diversas intervenções em diabéticos e faz apenas uma exigência a esses pacientes. “Para que o diabético seja operado é indispensável a presença do seu diabetólogo, do médico que o vem acompanhando sempre e que estará fazendo durante a c...

ESPECIAL DE DOMINGO: Quando o diabético tipo 2 deve usar insulina?

Fazer uso de insulina significa que as complicações provocadas pelo diabetes mal controlado estão a caminho? Nem sempre, explica o endocrinologista Freddy Goldberg, do Hospital Heliópolis. O ideal, informa o médico, é que a insulina comece a ser administrada antes que alguma complicação aconteça e a recomendação é que ela seja utilizada se as metas de controle glicêmico não estiverem sendo atingidas com a medicação oral. Freddy Goldberg – “O tratamento do diabetes é estabelecido por metas, de forma a minimizar a ocorrência de complicações e a meta é, como acontece no tratamento de qualquer doença, atingir a normalidade, que em pessoas não diabéticas é de 6% para a hemoglobina glicada – teste que mede a glicemia média de três meses anteriores. Muitas vezes se aceita que a hemoglobina glicada do diabético fique abaixo de 7%, ao invés dos 6%, porque reduzir esse índice pode levar a constantes crises hipoglicêmicas. Antigamente não se tinha o conhecimento de que o diabetes é uma doença pro...

Atividade física planejada pode fazer a diferença no controle glicêmico

Atividade física com orientação é recomendação de praxe para todo mundo em busca de melhor qualidade de vida e boa saúde. É indispensável não só para os que lutam com a balança. É de grande auxílio e, pode-se dizer, essencial no tratamento do diabetes. E vejam só, diabéticos não insulinodependentes costumam ter melhor resposta à prática de exercícios físicos do que os que dependem de insulina, porque não apresentam as mesmas flutuações de glicemia. A opinião é da educadora física Luísa Meirelles, que há 16 anos coordena programas de condicionamento físico para portadores de diabetes e doenças cardiovasculares no Hospital Universitário Pedro Ernesto, ligado à Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). Em função dessas características, a adaptação do diabético tipo 1 ao ritmo de atividades tem de ser gradativa. No início das atividades, ele precisa medir a glicemia antes, durante e depois dos exercícios e fazer os ajustes nas doses de insulina, sob orientação médica. Para o diabétic...

Mini absorventes devem ser evitados por mulheres diabéticas

Mulheres diabéticas podem apresentar alguns problemas ginecológicos com maior constância que as não diabéticas. A glicemia alta pode interferir no equilíbrio das secreções vaginais e levar ao surgimento de coceiras, ardores e corrimento provocados por uma bactéria chamada cândida. O alerta é da ginecologista Ângela Maggio da Fonseca, professora do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina da USP. O tratamento para esse tipo de problema na diabética é o mesmo adotado para qualquer mulher, explica a especialista. O usual é a administração de um medicamento oral, com ação fungicida, que elimina a bactéria, e de um creme para aplicação no local. A melhora costuma ser rápida e se mantém após o tratamento, garante Ângela. As recomendações da médica vão além do uso do medicamento. Ela sempre aconselha que a mulher opte pelo uso de calcinha de algodão, evitando tecidos sintéticos que não têm a mesma capacidade de absorção. “A cândida se prolifera em ambiente quente e ú...

Golfinhos podem ajudar a combater diabetes e câncer

Uma série de estudos americanos revelou que os humanos e os golfinhos têm mais em comum do que se pode imaginar. De acordo as pesquisas, evidências genéticas apontam que eles sofrem de doenças muito semelhantes às humanas. O resultado pode ajudar os cientistas a encontrar tratamentos mais eficientes para o diabetes e novas formas de prevenir o câncer de colo do útero. A grande novidade apresentada na conferência anual da American Association for the Advancement of Science (AAAS), reunida entre os dias 18 e 22 de fevereiro na Califórnia, é a de que os golfinhos podem ser o primeiro modelo natural do estudo contra o diabetes tipo 2 - o que abre possibilidade de se desenvolverem tratamentos mais eficazes contra a doença, responsável por 5% das mortes em todo o mundo anualmente. Segundo os cientistas, a incidência da doenças nos golfinhos é resultado do regime alimentar desses animais, muito rico em proteínas e fraco em glucídios. Outros indícios coletados mostram que os golfinhos poderiam...