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Diabético tipo 1 completa 85 anos de diagnóstico com festa de 90 anos de idade

D urante o 71º Congresso da Associação Americana de Diabetes tivemos a oportunidade de participar do encontro do Centro de Diabetes da Joslin e assistir a entrega de medalhas a pessoas, no caso já senhores, que são grandes exemplos a quem foi recém diagnosticado, ou mesmo aos que têm "poucas décadas" desde o diagnóstico. O grande destaque do evento foi um senhor que além da medalha, recebeu uma placa em sua homenagem, por seu exemplo às gerações mais jovens. Bob Krause , um simpático senhor de 90 anos, com muitas histórias para contar, é o primeiro americano que se tem notícia de ter vivido mais de 85 anos com diabetes tipo 1. E sua história, que será resumida a baixo, é realmente impressionante. Um verdadeiro vencedor. Imagine há 85 anos as dificuldades para se controlar a glicemia... Nascido no mesmo ano em que a insulina foi descoberta, 1921, ao ser diagnosticado com diabetes aos 5 anos de idade, Bob já havia sofrido muito por ver seu irmão, diagnosticado 1 ano ant...

SP é obrigado pela Justiça Federal a fornecer insumos e medicamentos menos agressivos a crianças diabéticas

Pela Assessoria de Comunicação da Procuradoria da República no Estado de S. Paulo em 22/07/11, link . A juíza federal Leila Paiva Morrison, da 10ª Vara Federal Cível de São Paulo, concedeu liminar, em ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal, obrigando o Sistema Único de Saúde (SUS) a fornecer o medicamento insulina Glargina, bem como os respectivos insumos necessários ao tratamento de crianças e adolescentes portadores de diabetes mellitus, especialmente, agulhas curtas de 5 mm de comprimento e canetas aplicadoras de insulina . A decisão é válida para o Estado de São Paulo. Após tomar ciência da decisão, o SUS terá o prazo de trinta dias para passar a fornecer os medicamentos e insumos. Em caso de descumprimento, está prevista multa diária de R$ 1 mil. A AÇÃO Em setembro de 2010, o MPF ajuizou ação civil pública contra o SUS para garantir meios necessários e menos dolorosos para o tratamento de diabetes mellitus nas crianças e adolescentes. O diabetes causa a destruiç...

Diabéticos e a perda auditiva

Pacientes diabéticos descontrolados ou aqueles portadores de complicações cardiovasculares ou neurológicas estão mais propensos a desenvolverem perda auditiva neurossensorial, de acordo com os resultados de dois estudos recentes. O primeiro estudo foi realizado pela doutoras Kathleen E. Bainbridge e Catherine C. Cowie (the National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases). Este estudo avaliou 472 pacientes diabéticos com idades entre 20 e 69 anos de idade, participantes de um levantamento americano chamado de National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES). As autoras do estudo encontraram um risco seis vezes maior de perda auditiva neurossensorial de alta frequência em diabéticos portadores de neuropatia periférica e doença arterial coronariana (presença de placas de gordura nas artérias no coração).Os pacientes diabéticos descontrolados apresentavam um risco 3 vezes maior de perda auditiva de alta frequência. A perda auditiva era uniforme, independentemente ...

Dieta pode driblar insulinorresistência

Todo diabético tipo 2 apresenta resistência a insulina - que se caracteriza por uma resposta reduzida do corpo a esse hormônio produzido pelo pâncreas -, mas nem todas as pessoas que têm resistência à insulina são também diabéticas. Geralmente, quando a pessoa é insulinorresistente, seu pâncreas aumenta a produção do hormônio para tentar fazer com que as células absorvam a insulina. Se isso não ocorre, a glicemia aumenta. Quando a taxa fica entre 110 mg/dl e 126 mg/dl, a pessoa é considerada como resistente a insulina. Acima de 126 mg/dl, é classificada como diabética. A resistência à insulina está vinculada à obesidade. Por isso, é possível diminuir essa resistência e evitar que a pessoa se transforme em diabética seguindo-se uma dieta alimentar para perder peso, alerta a endocrinologista Ana Tereza Santomauro. Para emagrecer, é preciso ficar de olho no índice calórico dos alimentos, evitando-se excesso de gorduras e açúcares, por exemplo. A médica lembra que outros instrumentos devem...

Diabetes tipo 2 - qual é o papel do tratamento cirúrgico?

Segundo o endocrinologista Fabiano Lago, este assunto ainda é motivo de grande controvérsia entre os pesquisadores.O parecer da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) sobre o assunto é o seguinte: A possibilidade de tratamento cirúrgico do diabetes tipo 2 tem gerado grande expectativa entre os pacientes acometidos pela doença.A compreensão dos mecanismos envolvidos na doença e seu tratamento, está em rápida evolução, mas a recomendação de qualquer modalidade de tratamento deve estar baseada em evidências científicas concretas, derivadas de estudos de boa qualidade. Em dezembro de 2008, o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ) realizou um fórum sobre este tema, com a participação da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM). De acordo com as evidências científicas disponíveis, considera-se aceita a indicação...

Dez mitos e verdades sobre nutrição e diabetes

1-Pessoas que consomem muito açúcar têm maior incidência de diabetes? Não . O desenvolvimento do diabetes ocorre por várias causas, como: obesidade, histórico familiar, estilo de vida inadequado ou falência da produção de insulina (hormônio que permite a entrada do açúcar para o interior das células). 2-O mel pode ser usado como substituto do açúcar? Não . O mel contém sacarose, além de outros tipos de açúcar (frutose e glicose), sendo desaconselhado o seu uso como substituto do açúcar.Em excesso o mel também engorda e descompenda o diabetes. 3-O diabético pode comer macarrão (massas em geral) ou pão fresco? Sim . Estes alimentos têm composição semelhante à do arroz e batata, portanto pode ser consumidos desde que em quantidade não excessivas, em refeições balanceadas complementadas com alimentos ricos em fibras como: verduras, frutas e legumes. 4-As carnes e os ovos não contém açúcar, logo, podem ser consumidos à vontade? Não . Carnes e ovos não contém açúcar, mas contém gorduras e pr...

Estudo diz que obesidade causa o encolhimento do cérebro

RIO - Estudo realizado pela University School of Medicine, de Nova York, nos Estados Unidos, avaliou os efeitos da obesidade na estrutura física do cérebro. A doença, que está ligada a outras doenças degenerativas, como o diabetes, atinge 400 milhões de pessoas em todo o mundo. No Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde, pelo menos 3,5 milhões de pessoas estão em estado de obesidade mórbida. Os pesquisadores realizaram um exame de ressonância magnética em 63 pacientes, sendo 44 obesos e 19 magros. As pessoas obesas apresentaram mais água na amígdala, parte do cérebro responsável pelo comportamento alimentar, e um encolhimento na camada externa da parte frontal do cérebro, área envolvida no processamento cognitivo e tomada de decisões. “Com esse resultado, os pesquisadores concluíram que no cérebro dos pacientes obesos existem neurônios a menos ou eles estão encolhidos. A obesidade é um fator de risco para diversas outras doenças, em especial o diabetes tipo 2, que está ligad...