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Estresse dobra risco de diabetes tipo 2 nos homens

No início da pesquisa, os participantes apresentavam níveis normais de glicose e foram examinados com relação aos sintomas do estresse como fadiga, ansiedade, depressão, insônia e apatia. Depois de dez anos, os voluntários passaram novamente por exames para avaliar os níveis de glicose e estresse. Segundo os resultados observados pelos pesquisadores, aqueles que apresentavam maior nível de estresse corriam 2.2 vezes mais risco de desenvolver diabetes tipo 2 do que os homens com baixo nível de estresse. O estudo aponta que essa relação se manteve mesmo quando observados outros fatores como idade, massa corporal, histórico familiar de diabetes e outras variantes. O estudo, publicado na revista científica Diabetic Medicine, analisou 2,127 homens nascidos entre 1938 e 1957 durante dez anos. No total, 103 dos participantes foram diagnosticados como diabéticos ao final da pesquisa. Segundo os pesquisadores, a relação entre estresse e a diabetes pode ser resultado dos efeitos do estres...

Cesariana aumenta risco de diabetes em bebês

Bebês que nascem por cesariana têm 20% mais chances de desenvolver diabetes tipo 1, indica uma pesquisa da Queen's University, de Belfast, publicada no site PubMed, da Biblioteca nacional de Medicina dos Estados Unidos. Os pesquisadores revisaram 20 estudos já publicados sobre crianças nascidas por cesárea que sofrem de diabetes tipo 1. Os resultados indicam que esse tipo de parto contribui para um aumento de 20% no risco do bebê se tornar diabético. Segundo os pesquisadores, esse aumento não pôde ser explicado por nenhum outro fator como peso da criança no nascimento, idade da mãe, diabetes na gestação ou aleitamento materno. De acordo com Chris Cardwell, que liderou o estudo, é provável que esse aumento ocorra porque os bebês que nascem por esse método são expostos primeiro à bactéria proveniente do hospital, e não da mãe. O risco normal de um bebê desenvolver a diabetes do tipo 1 é de três para cada 1 mil crianças. Opção De acordo com Iain Frame, diretor de pesquisa da O...

Vírus pode desencadear diabetes em crianças, segundo pesquisa

Um tipo de vírus comum pode servir como "gatilho" para o desenvolvimento de vários casos de diabetes, principalmente em crianças, segundo um estudo feito por pesquisadores britânicos. De acordo com os cientistas, sinais de enterovírus - uma família de vírus comuns que causam sintomas como vômito e diarreia - foram encontrados no tecido pancreático de 60% das crianças pesquisadas que tinham diabetes do tipo 1. O vírus, no entanto, quase não foi encontrado em crianças que não possuem a doença.   Os pesquisadores também informaram que em 40% dos adultos pesquisados que possuíam diabetes tipo 2, foram encontrados sinais de infecção pelo vírus nas células produtoras de insulina. O estudo, que foi publicado na revista científica Diabetologia, sugere a possibilidade do desenvolvimento de uma vacina para a doença. Embora já se saiba que a genética tem um papel importante no risco de uma pessoa desenvolver diabetes, fatores ambientais também podem estar envolvidos e a ideia de que ...

Diabético tipo 1 completa 85 anos de diagnóstico com festa de 90 anos de idade

D urante o 71º Congresso da Associação Americana de Diabetes tivemos a oportunidade de participar do encontro do Centro de Diabetes da Joslin e assistir a entrega de medalhas a pessoas, no caso já senhores, que são grandes exemplos a quem foi recém diagnosticado, ou mesmo aos que têm "poucas décadas" desde o diagnóstico. O grande destaque do evento foi um senhor que além da medalha, recebeu uma placa em sua homenagem, por seu exemplo às gerações mais jovens. Bob Krause , um simpático senhor de 90 anos, com muitas histórias para contar, é o primeiro americano que se tem notícia de ter vivido mais de 85 anos com diabetes tipo 1. E sua história, que será resumida a baixo, é realmente impressionante. Um verdadeiro vencedor. Imagine há 85 anos as dificuldades para se controlar a glicemia... Nascido no mesmo ano em que a insulina foi descoberta, 1921, ao ser diagnosticado com diabetes aos 5 anos de idade, Bob já havia sofrido muito por ver seu irmão, diagnosticado 1 ano ant...

SP é obrigado pela Justiça Federal a fornecer insumos e medicamentos menos agressivos a crianças diabéticas

Pela Assessoria de Comunicação da Procuradoria da República no Estado de S. Paulo em 22/07/11, link . A juíza federal Leila Paiva Morrison, da 10ª Vara Federal Cível de São Paulo, concedeu liminar, em ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal, obrigando o Sistema Único de Saúde (SUS) a fornecer o medicamento insulina Glargina, bem como os respectivos insumos necessários ao tratamento de crianças e adolescentes portadores de diabetes mellitus, especialmente, agulhas curtas de 5 mm de comprimento e canetas aplicadoras de insulina . A decisão é válida para o Estado de São Paulo. Após tomar ciência da decisão, o SUS terá o prazo de trinta dias para passar a fornecer os medicamentos e insumos. Em caso de descumprimento, está prevista multa diária de R$ 1 mil. A AÇÃO Em setembro de 2010, o MPF ajuizou ação civil pública contra o SUS para garantir meios necessários e menos dolorosos para o tratamento de diabetes mellitus nas crianças e adolescentes. O diabetes causa a destruiç...

Diabéticos e a perda auditiva

Pacientes diabéticos descontrolados ou aqueles portadores de complicações cardiovasculares ou neurológicas estão mais propensos a desenvolverem perda auditiva neurossensorial, de acordo com os resultados de dois estudos recentes. O primeiro estudo foi realizado pela doutoras Kathleen E. Bainbridge e Catherine C. Cowie (the National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases). Este estudo avaliou 472 pacientes diabéticos com idades entre 20 e 69 anos de idade, participantes de um levantamento americano chamado de National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES). As autoras do estudo encontraram um risco seis vezes maior de perda auditiva neurossensorial de alta frequência em diabéticos portadores de neuropatia periférica e doença arterial coronariana (presença de placas de gordura nas artérias no coração).Os pacientes diabéticos descontrolados apresentavam um risco 3 vezes maior de perda auditiva de alta frequência. A perda auditiva era uniforme, independentemente ...

Dieta pode driblar insulinorresistência

Todo diabético tipo 2 apresenta resistência a insulina - que se caracteriza por uma resposta reduzida do corpo a esse hormônio produzido pelo pâncreas -, mas nem todas as pessoas que têm resistência à insulina são também diabéticas. Geralmente, quando a pessoa é insulinorresistente, seu pâncreas aumenta a produção do hormônio para tentar fazer com que as células absorvam a insulina. Se isso não ocorre, a glicemia aumenta. Quando a taxa fica entre 110 mg/dl e 126 mg/dl, a pessoa é considerada como resistente a insulina. Acima de 126 mg/dl, é classificada como diabética. A resistência à insulina está vinculada à obesidade. Por isso, é possível diminuir essa resistência e evitar que a pessoa se transforme em diabética seguindo-se uma dieta alimentar para perder peso, alerta a endocrinologista Ana Tereza Santomauro. Para emagrecer, é preciso ficar de olho no índice calórico dos alimentos, evitando-se excesso de gorduras e açúcares, por exemplo. A médica lembra que outros instrumentos devem...