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Microchip implantado sob a pele medirá glicose no sangue e auxiliará no tratamento do diabetes

Um chip implantado sob a pele, que mede a glicose no sangue e carrega informações médicas do diabético. Tudo concentrado em um dispositivo do tamanho de um grão de feijão. Pode parecer ficção científica, mas pesquisadores da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), em Minas Gerais, se aproximam da confecção de um aparelho que promete simplificar o tratamento do diabetes tipo 2, doença cerca de 10 vezes mais recorrente do que a do tipo 1, sobretudo após os 40 anos de idade. Segundo a Associação Nacional de Assistência ao Diabético (Anad), o diabetes tipo 2 atinge cerca de 12 milhões de pessoas, cujas células adquirem resistência à insulina. O tratamento inicial inclui dieta e medicamento oral quando necessário. Com a progressão da doença, é preciso aplicar injeções subcutâneas de insulina diariamente. A medição da glicose deve ser feita constantemente para controlar os danos causados pela hiperglicemia (excesso de glicose no sangue) por meio de ajustes na alimentação e na medicação. At...

Medicamento reduz o risco de amputação em diabéticos

Estima-se que cerca de 10% dos diabéticos sofrerá pelo menos uma amputação ao longo de sua vida . Um recente estudo demonstrou que um medicamento, chamado de fenofibrato, usado para tratar anormalidades das frações do colesterol (como os triglicerídeos elevados) é capaz de reduzir o risco de amputação em diabéticos. Um estudo avaliou 9.795 diabéticos com idades 50 a 75 anos (média de 62,2 anos). A metade destes pacientes recebeu 200 mg de fenofibrato por dia e a outra metade, recebeu placebo (comprimidos sem ação terapêutica). Os diabéticos foram seguidos por um período mínimo de 5 anos.Todos os pacientes receberam um tratamento médico ótimo para o diabete, incluindo medicamentos para o controle do açúcar no sangue (glicemia), anti-hipertensivos, vastatinas, entre outros. Globalmente, 115 pacientes tiveram pelo menos algum grau de amputação devido ao diabete melito.O risco relativo de amputação foi 36% menor em doentes que tomaram o fenofibrato.O benefício do fenofibrato não foi modif...

Brasil: Células-tronco faz pâncreas voltar a funcionar em diabéticos

Um estudo brasileiro publicado recentemente no Journal of the American Medical Association (JAMA), uma das revistas médicas de maior prestígio, revela que o pâncreas de pessoas com diagnóstico recente de diabetes tipo 1 voltou a funcionar após o transplante de células-tronco do próprio paciente. "A independência de insulina desses pacientes é cada vez maior, pois com o passar dos anos seus organismos voltaram a produzir o hormônio naturalmente", comemora o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, um dos autores do estudo. O diabetes tipo 1 surge quando o sistema imunológico, responsável por proteger o organismo contra infecções, começa a agredir as células beta, produtoras de insulina no pâncreas. O tratamento com as células-tronco regenerou o sistema imunológico dos pacientes, que parou de agredir as células beta, permitindo que voltassem a produzir o hormônio. Para verificar se o efeito podia ser atribuído à preservação das células beta pancreáticas, os pesquisadores mo...

Remédio contra o diabetes aumenta imunidade

Um remédio de uso comum para o controle da diabetes pode estimular o sistema imunológico e potenciar os efeitos das vacinas e tratamentos contra o câncer, publicou hoje a revista "Nature". Uma equipe de pesquisadores das universidades de McGill e Pensilvânia descobriu que a metformina, um antidiabético muito usado, aumenta a eficácia dos linfócitos T do sistema imunológico e, portanto, das vacinas antivirais e anticancerígenas. Os glóbulos brancos, conhecidos como linfócitos T, "guardam lembrança dos patógenos que encontraram durante infecções ou vacinações prévias", o que permite que lutem com mais rapidez contra infecções posteriores. Esta "memória imunológica" foi estudada durante anos, mas, até agora, não se conheciam bem os mecanismos celulares envolvidos. No entanto, os pesquisadores afirmam agora que podem "utilizar os tratamentos diabéticos para manipular a resposta das células T e aumentar a resposta do sistema imunológico perante as infecçõe...

Obesidade e diabetes dobram os riscos de insuficiência cardíaca

A "epidemia" dupla de obesidade e diabetes tipo 2 continuará a alimentar uma explosão dos casos de insuficiência cardíaca, segundo o cardiologista John McMurray, presidente da Associação Europeia de Insuficiência Cardíaca. Em palestra ministrada no final de maio no Heart Failure Congress 2009, realizado na França, o especialista destacou que o excesso de peso e o diabetes dobram os riscos de insuficiência cardíaca - doença cardiovascular crônica mais prevalente do mundo - e a tornam mais difícil de ser tratada. Ele relata que um terço dos pacientes com insuficiência cardíaca tem evidências de diabetes; e, para essas pessoas, as perspectivas são sérias e o tratamento mais difícil. Além disso, a obesidade está aumentando em prevalência - segundo a maior pesquisa europeia sobre os fatores de risco cardiovascular em pacientes coronários, a obesidade aumentou de 25% no ano de 1997, para 38% em apenas dez anos para aqueles que já sofreram infarto. Os pesquisadores destacam que a ob...

Diabéticos reduzem risco de ataque cardíaco com bom controle

Investigadores britânicos referiram que uma meta-análise revelou que as pessoas que têm diabetes, mas mantêm os níveis de açúcar no sangue baixos apresentam menos riscos de sofrerem ataques cardíacos. O estudo, publicado na “The Lancet”, determinou que um bom controle dos níveis de açúcar no sangue levou a uma redução de 17 por cento nos ataques cardíacos e de 15 por cento na doença coronária. O estudo também descobriu uma tendência mais moderada na redução de acidentes vasculares cerebrais (AVC) com um controle intensivo dos níveis de glicose, em comparação com cuidado basico O Dr. Kausik Ray, da Universidade de Cambridge, referiu que os estudos anteriores têm sido inconclusivos, deixando os diabéticos e os seus médicos na dúvida, sem saberem se manter os níveis de açúcar no sangue baixos realmente beneficiava os pacientes. Em contraste com estudos menores, que sugeriram um possível efeito prejudicial de um melhor controle do açúcar no sangue, os investigadores não encontraram qualque...

Pacientes diabéticos acham as complicações o mais desagradável da doença

Em uma enquete realizada com mais de 60 pessoas pelo GAAD - Grupo de Apoio aos Amigos Diabéticos, revelou-se que as complicações da doença é o mal mais desagradável na vida dos diabéticos. Segundo o grupo as complicações do diabetes, realmente, alteram o cotidiano e a saúde no futuro do paciente, cerca de 85% das pessoas que votaram na enquete conseguem ver que as complicações da doença podem ser muitas vezes irreversíveis para o portador de diabetes. O excesso de glicose no sangue provoca danos nos vasos sanguíneos, causando sérios problemas. Como nos olhos - onde alterações vasculares na região dos mesmos podem provocar pequenos vazamentos e lesões na retina (retinopatia diabética), podendo levar até a cegueira. Os problemas cardiovasculares - a alta taxa de glicose facilita o aparecimento de inflamações e o acúmulo de gordura que entopem as artérias. Provocando infartos e derrames. Impotência - a má circulação de sangue no pênis, provocada por inflamação dos vasos sanguíneos, cau...