Luiza Angélica Nunes de Sá mora em Floresta/PE, tem 22 anos e é diabética tipo I. Oi, me chamo Luiza Angélica e tenho 22 anos. Fui diagnosticada aos 15 anos. Mas já poderia ser bem antes de ser diagnosticada. Descobri por acaso, num exame de sangue de rotina, pois quando pequena tinha crises de garganta sempre. Desde então, eu acreditava ser diabética tipo 2, por causa da herança genética. Minha avó também tinha. Eu a culpava muito pela “herança”, mas ela não ouvia, porque já é falecida há anos. Sofri muito no começo, pois não aceitava a doença. Não pronunciava o nome DIABETES em hipótese alguma, mas sempre tive apoio da família, pois a maioria dos meus tios e primos têm a doença. Das vezes que receitaram insulina, eu resisti. Não tomei. Sempre preferi os medicamentos orais. O primeiro, me deixava mal, eram 3 comprimidos antes de cada refeição. Mas segundo a médica era normal. Depois, passei para outros e fui melhorando. Mas nunca consegui passar mais que 15 dias fazendo a dieta. ...